Agenda Cultural

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 1@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 1@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 2@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 2@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 6@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

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Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

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Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 6@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

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Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 7@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

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Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

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Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

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Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 7@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

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Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 8@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 8@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

Igrejinha Musical | recital violonista Max Tavares @Igrejinha da UFSC
abr 8@19:00 – 20:00

Igrejinha Musical apresenta no dia 8 de abril, quarta-feira, às 19h, na Igrejinha da UFSC, recital com o violonista Max Tavares. O evento é gratuito e aberto a comunidade, com entrada liberada por ordem de chegada.

Max Tavares é violonista, bacharelando em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Atua como músico intérprete, concertista e professor privado de música, e desenvolve trabalhos como solista e acompanhador. Fez parte do grupo Concertinho Floripa, no qual realizou diversos concertos gratuitos pela cidade de Florianópolis. Foi finalista no Concurso Maurício de Oliveira (ES) de 2024 e premiado no concurso internacional Violão&Violão (Portugal). Também foi selecionado como bolsista dos festivais FEMUSC, Oficina de Curitiba e FEMUSIK, último no qual foi selecionado como aluno recitalista.

Durante sua trajetória, teve masterclasses com nomes como Marco Pereira, Fábio Zanon, Giovanni Acaddìa, Victor Villadangos, Tom Patterson, entre outros. Apresentou-se em diversos palcos da região sul do país, tanto como solista quanto camerista, integrando variadas formações de música de câmara e ensamble de violões. Sob orientação de Luiz Mantovani, desenvolveu um repertório que abrange diversos períodos da música clássica europeia e da música popular brasileira, como solista e camerista. Atualmente, segue desenvolvendo trabalhos na área da música instrumental, bem como na música popular como violonista da banda de forró Flor de Bergamota.

>> Igrejinha Musical

O Igrejinha Musical é uma ação do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Idealizado em julho de 2022, o projeto tem como objetivo incentivar e valorizar a música instrumental e autoral no espaço da Igrejinha da UFSC, ampliando o acesso e a difusão da cultura musical para toda a comunidade.

Durante o período letivo da Universidade, o Igrejinha Musical apresenta atrações culturais gratuitas. As apresentações ficam disponíveis no canal do YouTube do DAC. Para mais informações, acesse o site do DAC.

 

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 9@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

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Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 9@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 10@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 10@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

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Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 13@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 13@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

abr
14
ter
Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 14@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 14@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

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Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

abr
15
qua
Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 15@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

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Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 15@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

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abr
16
qui
Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 16@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

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Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

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Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 16@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

abr
17
sex
Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 17@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 17@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

abr
22
qua
Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 22@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 22@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

abr
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qui
Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 23@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417

Mostra “Olhar da Medusa” @Espaço Expositivo Salão Circulação - Biblioteca Central
abr 23@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.

A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq

>> Sobre o artista

Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349

abr
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sex
Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” @Rampa Cultural - Biblioteca Central
abr 24@7:30 – 22:00

De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.

>> Sobre a exposição

Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.

>> Sobre a artista

Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.

Realização: BU/UFSC Exposições

Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417